Apesar de ser minha intenção, comunicar com a resistência, numa base diária, estive alguns dias impossibilitado de o fazer, o que não significa que tenha baixado a guarda, ou que não tenha exercido a minha vigilância, sobre as forças em conflito.
Registe-se o facto de, as tropas rebeldes terem andado, aparentemente adormecidas, à exceção da edificação de algumas posições de metralhadora, nas principais rotundas da cidade. Deste local, não consigo perceber se é uma operação tática, ou se, simplesmente, Von Bentz perdeu o vigor de outrora. De qualquer modo, no seio dos rebeldes, existem alguns operacionais treinados no antigo KGB e na Stasi, que me fazem temer por este silêncio. Comenta-se também nas ruas, que haverá alguns desentendimentos no seu seio. Tentarei apurar a verdade.
A semana que ontem acabou, foi também marcada por dois eventos militares de importância estratégica, para a libertação da Guarda.
O primeiro, o chamamento de alguns elementos, do exército reservista de Joseph Church. Os brigadeiros Ferdinand Chévre e Maria Carmenstein, ameaçados pelo potencial Fuhrer, Tó-Zé Segurenberg, e sem passar cartão às autoridades militares locais, viram-se obrigados a deixar as suas sossegadas reformas, agarrando em armas e tomando posições de combate. Ferdinand Chévre, chama a si a díficil tarefa de conquistar o comando da zona fortificada da Guarda. Por sua vez, Carmenstein, ficou encarregue de organizar uma milícia para a conquista do forte de Gonçalo. Caso não consiga, será ela mesma a assumir a chefia. Estes episódios, fazem-me lembrar os últimos dias de Abril de 1945, quando eu, escondido algures em Berlin, via passar a esfrangalhada Wehrmacht, composta maioritariamente por velhos e crianças... os únicos que havia!
O segundo momento militar, foi a apresentação dos principais oficiais e comandantes, do exército do general Ribamondego. O jardim José de Lemos, transformado em Praça Vermelha dos bons tempos da guerra fria, assistiu ao desfile das divisões de infantaria da coligação. Segundo imagens captadas por um drone, estariam ali cerca de 400 a 500 pessoas, entre militantes, simpatizantes, discordantes, imigrantes, opositores, transeuntes e mirones. Mas esta variada fauna, mostrava um colorido interessante ao evento.
Segundo corre, os discursos, foram os da praxe, sendo o mais efusivo, aquele protagonizado pelo amigo e camarada de armas, marechal Meia Leca Ganda Nóia. No entanto, o que arrecadou mais aplausos das hostes, foi mesmo, o discurso de encerramento de Ribamondego. Apresentou os seus lugares-tenente, a grande parte deles, recém saídos dos Pupilos do Exército, o que deixou oficiais de alta patente bastante indignados. Há alvos estratégicos a serem conquistados, como o Quartel do Hotel Turismo. Está equacionada também, a construção de uma cobertura anti-aérea na Rua do Comércio. Propõe,a reabertura do ramal ferroviário para uso militar, que liga a Guarda, à cidade livre da Covilhã.
Esperamos que a semana que hoje se inicia, seja farta em acontecimentos. Renovei o meu arsenal de munições e tenho o desejo de as gastar. A arma está destravada e pronta a disparar.
Sniper - O tiro político certeiro
segunda-feira, 15 de julho de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
Faltam 81 dias para a batalha final
Os Grupos Rebeldes andam ativos.
Foi tomado, um dos principais ícones da Guarda. A colina do "G" foi conquistada.
Qual imagem de "Iwo Jima", o General Von Bentz, ladeado pelo Coronel Rommeldrigues, surgem impávidos e serenos, sobranceiramente desfrutando, do alto da sua conquista.
Não obstante, as tropas do General Joseph Church e do General Ribamondego, terem chegado primeiro, o acto audaz, de afronta descarada, perpetrado pelos guerrilheiros sem pátria, demonstra bem, que estes combatentes, não estão para brincar. Vale tudo para se conseguir a vitória. Provavelmente, serão ensinamentos antigos, mas sempre presentes, assimilados por Von Bentz, aquando da sua cooperação militar com Mao Tsé Tung.
A cidade está a ferro e fogo.
Vou tentar encontrar uma posição defensiva para proteger a estátua de Augusto Gil, no antigo Largo do Cinema. Está próxima do quartel-general dos Rebeldes, e bem pode ser o próximo alvo, agora que as "visitas guiadas", são um terreno fértil para emboscadas e tomadas de reféns...
Jurei proteger a Guarda e é isso que farei.
Foi tomado, um dos principais ícones da Guarda. A colina do "G" foi conquistada.
Qual imagem de "Iwo Jima", o General Von Bentz, ladeado pelo Coronel Rommeldrigues, surgem impávidos e serenos, sobranceiramente desfrutando, do alto da sua conquista.
Não obstante, as tropas do General Joseph Church e do General Ribamondego, terem chegado primeiro, o acto audaz, de afronta descarada, perpetrado pelos guerrilheiros sem pátria, demonstra bem, que estes combatentes, não estão para brincar. Vale tudo para se conseguir a vitória. Provavelmente, serão ensinamentos antigos, mas sempre presentes, assimilados por Von Bentz, aquando da sua cooperação militar com Mao Tsé Tung.
A cidade está a ferro e fogo.
Vou tentar encontrar uma posição defensiva para proteger a estátua de Augusto Gil, no antigo Largo do Cinema. Está próxima do quartel-general dos Rebeldes, e bem pode ser o próximo alvo, agora que as "visitas guiadas", são um terreno fértil para emboscadas e tomadas de reféns...
Jurei proteger a Guarda e é isso que farei.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Faltam 82 dias para a batalha final
Para conhecerem as diversas forças no teatro de
operações, deixo aqui o retrato de cada uma, observadas por mim a distância
segura, mas com a mira fixa e arma pronta a disparar.
Retrato das forças em confronto – Batalha da Guarda
Exército do Reich
Militares no ativo – cerca de 200 (*)
Militares na reserva – desconhecido
Alcance potencial de mobilização(**) – 13.976
Líder – General Joseph Church
Objetivo – Destruição dos Grupos Rebeldes / Manutenção
do poder na chancelaria do Reich
Moral das tropas – Mediano (a batalha nacional parece
correr bem, mas as sabotagens dos Grupos Rebeldes e a luta interna de alguns,
pela ascensão à patente de oficial, têm feito baixas, reduzindo o poder de
conquista)
Forças da Coligação
Militares no ativo – menos de 400 (***) + 90
Militares na reserva – desconhecido
Alcance potencial de mobilização(**) – 8.388
Líder – General Ribamondego
Objetivo – Conquistar a chancelaria do Reich / Libertação
do território ocupado da Egitânia
Moral das tropas – Elevado (apesar da batalha nacional
estar a correr mal, localmente surgem pequenas conquistas. Acreditam na vitória
histórica).
Grupos Rebeldes
Militares no ativo – desconhecido
Militares na reserva – desconhecido
Alcance potencial de mobilização – cerca de 5.000
(prev.)
Líder – General Von Bentz
Objetivo – Derrotar o Exército do Reich / Conquistar a
chancelaria do Reich
Moral das tropas – Elevado (para grupo rebelde,
fizeram algumas conquistas estratégicas. Sem pátria, movidos pela vingança, e
por enquanto ainda unidos).
Exército de Libertação do Vale do Mondego
Militares no ativo – desconhecido
Militares na reserva – desconhecido
Alcance potencial de mobilização – cerca de 300
(prev.)
Líder – Capitão Vuvuzela Lopez
Objetivo – Aniquilar a Fação do Exército Vermelho
Moral das tropas – Médio/Alto (Acreditam ter um papel
decisivo nesta batalha e movem-se pela persistência do seu líder. Financiados
por organizações secretas com interesses obscuros).
Fação do Exército Vermelho
Militares no ativo – Menos de 80
Militares na reserva – desconhecido
Alcance potencial de mobilização – 672 (**)
Líder – Capitão Vladimir Ulianov Butterfly
Objetivo – Destruir o Exército de Libertação do Vale
do Mondego
Moral das tropas – Médio/Alto (os atentados quase
diários, reivindicados a nível nacional, por grupos de sabotadores sindicais,
mantém a chama da moral com algum vigor).
(*) Um número significativo, embora desconhecido, de
soldados e oficiais, desertaram para os Grupos Rebeldes.
(**) Resultados da batalha de 2009
(***) Um
official superior e um número reduzido de soldados desertaram para os Grupos
Rebeldes
domingo, 7 de julho de 2013
Faltam 83 dias para a batalha final
Após vários anos retirado, decidi voltar a pegar nas armas.
A Guarda ocupada, continua a ser dominada por forças hostis, umas declaradas, outras na sombra, mas todas elas identificadas.
A comunicação social continua tendenciosa, fazendo fretes e servindo interesses pouco claros.
As redes sociais estão atafulhadas de idiotices.
Lucrecia Borgia, não querendo perder o seu já decadente poder, continua a manipular uns quantos, desde o seu bunker perto do Parque Municipal.
Na chancelaria do Reich, as divisões continuam. Metade dos vereadores do regime está com o poder, outra metade quer o poder à força.
Os grupos rebeldes, recebendo ordens do bunker do Parque, movidos apenas pelo ódio, tomaram posição junto à Misericórdia. Liderados pelo general caído em desgraça, Von Bentz, querem reassumir a chancelaria, tendo para isso a ajuda de Lucrecia. Possuem algum apoio popular, mas muito longe do suficiente para tomarem a cidade.
Mais à frente, perto do refeitório Aliança, o quartel general de Joseph Church, continua mergulhado na insurreição. Todos querem ser promovidos a oficiais, mas a hierarquia militar apenas dispõe de lugares limitados. Estão contudo motivados, porque segundo consta, mais tarde ou mais cedo, Tó-Zé Segurenberg, será o novo Fuhrer .
Numa posição estratégica, junto do centro da cidade, as tropas da coligação, estabeleceram o seu posto de comando. As lutas intestinas no seu exército, parecem ter atenuado. As deserções para o exército rebelde, à exceção do Coronel Rommeldrigues, foram pouco significativas. O comandante supremo, general Ribamondego exerce a sua autoridade com mão de ferro. Querem escrever os seus feitos na história, conquistando a chancelaria do Reich. Estão a crescer, parecem perigosos e possuem material bélico com maior poder destruidor. Apesar disso, o líder nacional das tropas da coligação, Peter Steps Rabbit, ameaça dar cabo das várias ofensivas regionais, criando dificuldades acrescidas ao avanço no terreno.
No meu posto de observação, tenho o dedo colocado no gatilho da verdade.
A luta pela Guarda começou.
A Guarda ocupada, continua a ser dominada por forças hostis, umas declaradas, outras na sombra, mas todas elas identificadas.
A comunicação social continua tendenciosa, fazendo fretes e servindo interesses pouco claros.
As redes sociais estão atafulhadas de idiotices.
Lucrecia Borgia, não querendo perder o seu já decadente poder, continua a manipular uns quantos, desde o seu bunker perto do Parque Municipal.
Na chancelaria do Reich, as divisões continuam. Metade dos vereadores do regime está com o poder, outra metade quer o poder à força.
Mais à frente, perto do refeitório Aliança, o quartel general de Joseph Church, continua mergulhado na insurreição. Todos querem ser promovidos a oficiais, mas a hierarquia militar apenas dispõe de lugares limitados. Estão contudo motivados, porque segundo consta, mais tarde ou mais cedo, Tó-Zé Segurenberg, será o novo Fuhrer .
Numa posição estratégica, junto do centro da cidade, as tropas da coligação, estabeleceram o seu posto de comando. As lutas intestinas no seu exército, parecem ter atenuado. As deserções para o exército rebelde, à exceção do Coronel Rommeldrigues, foram pouco significativas. O comandante supremo, general Ribamondego exerce a sua autoridade com mão de ferro. Querem escrever os seus feitos na história, conquistando a chancelaria do Reich. Estão a crescer, parecem perigosos e possuem material bélico com maior poder destruidor. Apesar disso, o líder nacional das tropas da coligação, Peter Steps Rabbit, ameaça dar cabo das várias ofensivas regionais, criando dificuldades acrescidas ao avanço no terreno.No meu posto de observação, tenho o dedo colocado no gatilho da verdade.
A luta pela Guarda começou.
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