A Guarda ocupada, continua a ser dominada por forças hostis, umas declaradas, outras na sombra, mas todas elas identificadas.
A comunicação social continua tendenciosa, fazendo fretes e servindo interesses pouco claros.
As redes sociais estão atafulhadas de idiotices.
Lucrecia Borgia, não querendo perder o seu já decadente poder, continua a manipular uns quantos, desde o seu bunker perto do Parque Municipal.
Na chancelaria do Reich, as divisões continuam. Metade dos vereadores do regime está com o poder, outra metade quer o poder à força.
Mais à frente, perto do refeitório Aliança, o quartel general de Joseph Church, continua mergulhado na insurreição. Todos querem ser promovidos a oficiais, mas a hierarquia militar apenas dispõe de lugares limitados. Estão contudo motivados, porque segundo consta, mais tarde ou mais cedo, Tó-Zé Segurenberg, será o novo Fuhrer .
Numa posição estratégica, junto do centro da cidade, as tropas da coligação, estabeleceram o seu posto de comando. As lutas intestinas no seu exército, parecem ter atenuado. As deserções para o exército rebelde, à exceção do Coronel Rommeldrigues, foram pouco significativas. O comandante supremo, general Ribamondego exerce a sua autoridade com mão de ferro. Querem escrever os seus feitos na história, conquistando a chancelaria do Reich. Estão a crescer, parecem perigosos e possuem material bélico com maior poder destruidor. Apesar disso, o líder nacional das tropas da coligação, Peter Steps Rabbit, ameaça dar cabo das várias ofensivas regionais, criando dificuldades acrescidas ao avanço no terreno.No meu posto de observação, tenho o dedo colocado no gatilho da verdade.
A luta pela Guarda começou.
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